quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

TRAILER PREMIERE | Star Wars VII


     Esta é a estréia, com chave de ouro, de uma nova seção no Blog, onde comentaremos as estreias dos trailers! Sim, um momento importante para o filme e para os fãs, onde uma amostra grátis do filme é provada, onde podemos ter uma ideia do tom do filme, dos efeitos especiais e da trama. Porém após sua estréia o trailer perde todo o seu significado, mas para aqueles que acompanharam o desenvolvimento do filme, ele tem o seu valor histórico. E nada melhor do que começar com Star Wars. 



     Aguardar o anúncio do filme, a escolha do elenco, o enredo e no que se refere a Star Wars, aguardar o subtítulo do filme faz parte da magia e da expectativa. Lembro-me do lançamento dos teasers do Episódio I, quando a Intenet ainda era privilégio de poucos e não existia You Tube. Um amigo, que tinha TV por assinatura, foi pego de surpresa nos comerciais mas de pronto os gravou em VHS! E é claro, fui até lá conferir. Nesta época, pessoas iam ao cinema apenas para assistir os trailers e a grande maioria saia da sala de cinema antes mesmo do filme começar. Isso sim era fã. 
     Hoje, as coisas andam muito mais rápidas e os fãs levam apenas alguns minutos e um clique para conferir os trailers e hoje, passados apenas 5 dias de sua estréia, o primeiro teaser de Star Wars já não é mais novidade. Porém este blog não traz a novidade, mas a opinião.
     Oficialmente não é um trailer e não mostra absolutamente nada sobre a trama do filme ou quem são os protagonistas, mas na verdade é um teaser, jogando apenas algumas cenas de impacto! A começar pelo John Boyeaga vestido de Stormtrooper. Não se sabe se ele está disfarçado, mas certamente está fugindo de algo. Vemos também o novo visual intimidador dos Stormtroopers,



     Diferente da segunda trilogia, esta nova se passa no futuro, após o final da trilogia clássica, ou seja, a tecnologia desta galáxia distante está mais desenvolvida, então nosso amigo J.J. Abrams certamente vai aproveitar este fato para novos visuais e recursos, como o novo droid "estilo R2D2" que se locomove com uma bola, a moto "estilo caixa" e a nova Millenium Falcon, que também é um personagem clássico e que rendeu a melhor parte do vídeo, uma emocionante tomada com a música tema de fundo. Sensacional.
     O que esperar para O Despertar da Força? Ainda não sabemos do que se trata este despertar do subtítulo, que nunca quis dizer nada. Porém lembremos que estamos esperando um filme, mas o que vem por aí é o início de uma nova trilogia. J.J. Abrams não vai desconsiderar os filmes anteriores, porém ele faz filmes para uma nova geração, algo como fez com Star Trek. Então não teremos muita história neste começo, apenas uma amostra do que estará por vir, um primeiro ato de uma nova sequencia, recheado de fanservices, mas que vai privilegiar os novos atores e personagens. E o teaser mostra bem isso, pois apenas os novatos apareceram. Estamos na contagem regressiva e o que fazer para saciar a sede de Star Wars VII? Assista os filmes anteriores, na ordem que lhe for mais conveniente (muitos perguntam se começa do episódio I ou do IV, não importa muito agora), veja os extras do DVD ou Blu-ray e acompanhe a nova animação, Star Wars Rebels e seja feliz.  

     E você? qual trailer marcou sua trajetória de telespectador do cinema ou da TV? Deixe seu comentário!


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

CRÍTICA | Série #2 Homeland (Temporadas 1 e 2)



     Tudo bem, ainda não conferi a terceira nem estou acompanhando a quarta temporada, mas desde já, para SERIAL FOLLOWERS como eu que ainda não assistiram Homeland, deixo a dica: assista.
     Órfão de Breaking Bad e ansioso por House of Cards, zapeando o Netflix comecei sem compromisso a ver a jornada de Carrie Mathison, desacreditada, maluca, mas ainda assim a espiã mais humana da CIA na TV, em perseguição contra os planos de Abu Nazir, terrorista da Al-Qaeda.
     O plote essencial da série trata-se de um fuzileiro recém resgatado, após 8 anos preso pelos terroristas no Iraque. Depois de dado como morto, ele volta aos Estados Unidos como um herói. Porém a coisa começa ficar interessante com a entrada da pirada Carrie. Ela foi a única a achar estranho o reaparecimento repentino de Nicholas Brody e os motivos pelos quais seus algozes o manteve vivo por todos esses anos. Então começa o jogo.


Duas grandes interpretações.


    
     Sim, as duas primeiras temporadas estão acima da média, porém não satisfazem 100%, talvez por não se focar integralmente em um personagem, como nas duas outras obras citadas acima. Carrie é a nossa protagonista, porém não acompanhamos o desenrolar da história do seu ponto de vista. Faltou coragem para manter uma mulher como protagonista numa série de drama-ação-policial? Faltou a trama, o tom de espionagem e sobrou spoilers. Sim, o espectador sabe muito. Talvez se alguns fatos fossem 'escondidos' e apenas pistas fossem deixadas, acompanhando apenas o que Carrie e a CIA sabem, desconfiando de tudo e de todos, Homeland subiria ao topo do ranking, mas sobrou falsos mistérios que não levaram a lugar nenhum, dramas familiares que tem sua importância sim para o desenvolvimento mas foram por demais explorados e não levaram  a nada.
...
...Spoilers Alert!...
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...Spoilers Alert!...
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...Spoilers Alert!...
...
     Por falar nisso, acompanhamos com muita expectativa o Reality Show na casa do sargento, para não descobrirem nada. Apenas para desembocar num romance, que também não deu em nada. Mas a primeira decepção foi o suposto padrão no movimento das mãos de Brody, transmitido pela TV para todo o país. Quando vi isso, pensei, essa série é foda! só que não. Simplesmente é explicado que não há padrão! pronto. Outra coisa massante, a excessiva atenção dada ao drama pela ex-viúva com seu ex-futuro segundo marido e as relações familiares com o filho mais novo, quando só falam nos treinos dele. O 'amigo' do sargento simplesmente não acrescentou em nada na história, bastava dizer que ele foi lá e marcou presença enquanto o Brody estava fora. E o filho mais novo, cujo nome nem lembro, foi tão importante que praticamente nem aparece na segunda temporada.

... Fim do desabafo dos SPOILERS ...

    Claro, alguns vão dizer que tudo isso faz parte do desenvolvimento dos personagens e será importante no final de tudo, mas cada temporada deve ter sua trama própria. Começo, meio e fim. Não fosse o formato de 12 episódios por temporada, certamente eu não teria começado a assistir, mas se fossem apenas 8, teríamos menos pontos contra. E o velho enchimento de linguiça pode ameaçar o desenvolvimento das temporadas. Certas histórias não devem render muito. Por falar nisso, uma grande série não se faz sem um grande ator. Neste caso, grande atriz. Ponto para Caire Danes, uma dessas interpretações onde você sabe exatamente o que o personagem está pensando apenas com o olhar e as expressões. Sem falar dos tiques pirados!

     Mas vamos ver como Homeland se sai após a quarta temporada, quando estarei aqui de volta pra contar. De qualquer modo, recomendo!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

CRÍTICA | SERIE # 1 Gotham - Um mês depois




     
CRÍTICA | SERIE # 1 Gotham - Um mês depois

     Vou começar dizendo que ao assistir o episódio piloto não me agradei. Porém, por se tratar do universo do Batman, gostando ou não, tive a obrigação moral de continuar acompanhando. Hoje, passado um mês desde a estréia e 4 episódios, posso dizer que minha opinião mudou.

     Agradar a Gregos e Troianos sempre foi uma tarefa quase impossível. Mas ainda assim, para os produtores e roteiristas, acredito que o objetivo da série é atrair o espectador eventual que acompanha qualquer série e principalmente policial, e também agradar aos fãs, leitores ou não, de Batman. Tentar atrair a todos porém, sem focar em um aspecto, definindo-se como uma série policial ou não por exemplo pode ser um problema grave para o decorrer do enredo.
     Inicialmente podemos notar um ótimo elenco, sem ressalvas. Apenas um destaque para Robin Lord Taylor. Sim, este é o nome do ator que interpreta o Pinguim. E tenho certeza que, pelo seu ótimo trabalho, carregará esse apelido para o resto de sua vida.  

 Robin Lord Taylor, Pinguim
     Pelo que pude notar até aqui, os vilões aparentemente serão os grandes protagonistas da série. Com uma pitada de clichês bem Smallville, com o vilão da semana, que aparece do nada e some da mesma forma, Gotham tenta misturar várias fórmulas que já deram certo, como um clima investigativo CSI, mas sem grandes descobertas da polícia que apenas resolve os casos com seus 'informantes', e um plano de fundo de grupos de criminosos que lutam para dominar a cidade, mas que de longe definem a série como um drama de máfia.
     Nesta salada de referências de gêneros e fórmulas, Gotham tem seu mérito e minha atenção apenas por se tratar da cidade natal de um dos maiores ícones da indústria do entretenimento. Caso contrário, seria apenas mais uma série que cairia no esquecimento. Mas vou torcer para que dê certo e que nos próximos episódios e temporadas, ela possa seguir para um caminho mais autêntico e deixe sua marca no cânone do universo do Morcego, ou quem sabe, no Universo DC. 

Selina Kyle, desenvolvendo bem a futura Mulher-Gato
     Pelos seu ótimo elenco, o plano de fundo da cidade sombria e corrupta de Gotham e bons personagens como Selina e o Pinguim, por enquanto, vale a pena continuar observando...
     P.S.: mais crítica sobre Gotham, apenas na 2ª temporada, caso a série continue neste mesmo nível.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

NOVIDADES | HQ Star Wars - Revista nas bancas

NOVIDADES | HQ Star Wars - Revista nas bancas

     Na última incursão às bancas, adquiri a nova revista mensal Star Wars. Porque Star Wars compro de olhos fechados. Porém, tentarei ser o mais imparcial possível e trazer as novidades.
     Esta é a primeira publicação desde a aquisição dos direitos da Lucas Film pela Disney, quando nossos personagens estelares passaram a fazer parte da família Marvel, embora em outro universo.

Capa da Ed. 1

     A história se passa logo após a batalha que divide a cronologia de Star Wars, antes e depois da Batalha de Yavin, quando a Aliança Rebelde e o Império ainda estão lidando com as conseqüências da destruição da primeira Estrela da Morte, Episódio IV - Uma Nova Esperança. Assim, podemos acompanhar Darth Vader na sua crescente fúria contra os rebeldes e o jovem Luke, que ainda não está totalmente integrado ao grupo rebelde, que tem a Princesa Léia como uma das principais lideranças, mas que ainda sofre com  destruição do seu planeta natal, Alderaa. Daí o título, À Sombra de Yavin.

Capa variante
     Com roteiro de Brian Wood e arte de Carlos D'Anda, Star Wars Legends agrada os mais exigentes fãs, e talvez por preocupar-se em manter o 'clima trilogia clássica' também não traz nada de novo ao Universo Expandido. Em alguns quadros dá até a impressão de que foram tirados do Storyboard. Neste caso, aqueles que ainda não viram ou não gostaram do Episódio IV (opa! será que existe alguém com esse perfil?) certamente também não vão se divertir com esta HQ. A recomendação fica apenas para os fãs de carteirinha, que não querem perder um ponto de vista sequer desta saga.



     Neste mix mensal, também temos a publicação de Fora da Escuridão, arco integrante da revista Star Wars Dark Times, que começou a ser publicado no Brasil pela Dark Horse em 2011. Mas como todo bom mix, não acompanho tudo, mas em breve trarei um post especial para Dark Times e Rebellion e mais novidades das HQs de Star Wars...

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

CRÍTICA | HQ #2 Demolidor - Mark Waid




     Demolidor, O Homem Sem Medo, Daredevil, ou DD para os mais íntimos... este é o herói mais sortudo e mais azarento do Universo Marvel. Explico.
     Não é necessário conhecer muito de HQs ou das sagas do Demolidor pra saber que ele configura entre os mais aceitáveis e consensuais personagens. Praticamente todos os seus arcos tornam-se clássicos e quando ele não é um dos favoritos, como no meu caso, ele é um dos melhores. Não há quem fale mal do diabo ceguinho, que para sua sorte, caso você acredite em sorte, sempre tem ao seu lado grandes roteiristas em boas parcerias para realizar as artes, e não por acaso, esta obra em questão foi vencedora do Prêmio Will Eisner, o oscar dos quadrinhos.
     Sorte do lado de cá dos papéis, azar dentro dos roteiros, onde desde os primeiros números, acompanhamos o jovem advogado cair em grandes furadas... Se você não sabe do que estou falando, pare agora e vá ler A Queda de Murdock.

Edição nº 1 - Demolidor
      
     Hoje, estamos chegando próximo à publicação final de mais um grande arco do herói, por Mark Waid. Após enfrentar grandes desafios, o Demolidor precisa aprender como lidar com a sociedade, amigos e inimigos agora que a sua identidade foi revelada. Suas relações afetivas estão abaladas e não menos do que 5 organizações criminosas se unem contra o DD. Acompanhá-lo enfrentando todos de uma vez é no mínimo emocionante. E o desfecho é digno de um soco no ar. São histórias como essa que te fazem seguir fielmente o DD.
     A arte de Paolo Rivera e Marcos Martin é outro ponto a favor. Os recursos narrativos de primeira pessoa do roteirista casam perfeitamente com a arte, fazendo o leitor entrar na mente, [mini spolier...] até literalmente mesmo, do protagonista. E a composição da página, para você ter um ideia, faz você congelar aquela imagem por alguns instantes a mais do que normalmente faria com uma página normal, como aquela cena de filme que você gosta de ver várias vezes!

     Veja na imagem abaixo, que composição! Deixei grande para vocês observarem os detalhes e ter uma noção de como é enxergar em 360º...
 

     Outro golpe de sorte, agora para nós leitores, a revista está sendo publicada no Brasil em encadernados! Nada de mix com "extras". Apenas as publicações originais Daredevil #1 a #36, iniciadas em 2011 nos EUA e concluídas no ano passado. As edições trazem, no entanto algumas histórias extras, como o primeiro encontro entre o Demolidor e o Homem-Aranha. E o excelente Demolidor das Neves, na qual o Matt Murdock tem mais um dia de azar ao levar crianças deficientes visuais para um passeio. Mais emoção e aprendizado para o diabo da Casa das Ideias.
     Então, acompanhe as edições que ainda encontrar pelas bancas ou Comic Shops e corra atrás dos primeiros números em lojas on line, desde que você não pague pelos valores absurdos que cobram por edições esgotadas e vibre também por tudo de bom e de mal (sim com L) que acontece ao Homem Sem Medo! e torça para que o próximo arco de Mark Waid, que teve a numeração reiniciada, no mínimo mantenha essa qualidade e saia também em encadernados aqui na nossa pátria.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

CRÍTICA | HQ #1 Forever Evil (Vilania Eterna)




     Esta é a saga sobre vilões e vilania, como o próprio nome indica. Nela podemos descobrir o que aconteceu à Liga da Justiça pós Guerra da Trindade, descobrir como o Sindicato do Crime veio parar na Terra 0 e acompanhar os vilões sendo heróis.
     Após o início de discussões internas entre os integrantes da Liga em torno da Caixa de Pandora e das manipulações para incriminar o Homem de Aço por assassinato, foi possível ver que não estava tão fácil assim reunir nossos heróis em uma equipe coesa. Tudo não passava de um plano para destruir a LJ e para a Terra Zero ser invadida pelos vilões da Terra 3, um universo paralelo com o reverso dos heróis transformados em vilões, liderados pelo Ultramen, a versão ditatorial do Superman.

Capa da ed. Nº 1 de Vilania Eterna
  
     Com a Liga da Justiça completamente fora de circulação, com exceção do Morcego (deixando muitos fãs como eu bem satisfeitos) restaram apenas os nossos vilões para salvar a Terra, ou tirar o melhor proveito da situação, como queiram.
     Mas a saga vai além. Talvez através das capas isso não fique tão evidente, porém Geoff Johns elege um grande vilão para liderar a guerra contra o Sindicato e focar a trama, e não foi o Coringa, claro, mas Lex Luthor! (para alegria dos fanboys do Super).
A mente criminosa, ambiciosa e estratégica do empreendedor careca funciona muito bem. Quase toda a história acontece sob seu ponto de vista. Observar sua narrativa foi sentir-se na pele de um vilão, que hora defende sua bandeira, hora nos surpreende como herói. Sem falar da relação entre Luthor e sua criatura (o Bizarro). Esta dualidade entre o bem e o mal é recorrente não apenas nas atitudes de Lex, mas também em todos os outros vilões-salvadores.

Conheçam o Sindicado do Crime na imagem abaixo. A arte de David Finch é excelente e combina bem com o tom sombrio do plote da saga, assim como as cores.

Vilania Eterna, ed. nº 1 - Página 26 - DC Comics - Arte: David Finch - Cores: Sonia Oback - Arte-Final: Richard Friend

 Você leitor, que está acompanhando Injustice Gods Among Us (Injustiça, Deuses Entre Nós) deve estar pensando que já viu isso em algum lugar... sim, muitas vezes é possível confundir fatos e cenas. Após o grande sucesso de Injustice, que acontece em um Universo alternativo (que é mais irreal do que um Universo paralelo) não era de se estranhar que em breve os editores trouxessem para “realidade” o que funcionou bem “lá”.
Afinal, quem sai ganhando somos nós, os fãs, que sempre torcem para testemunhar um clássico nascer. E se é possível observar este Universo de cima, eu vejo que o advento dos Novos 52 junto com Guerra da Trindade e em seguida Vilania Eterna, formam respectivamente o 1º e 2º ato, com uma qualidade crescente, de algo maior que certamente irá agradar a todos no vindouro 3º ato!
Sim, Forever Evil é bom, e no final, cada leitor poderá tirar sua própria conclusão... se os vilões de fato se redimiram ou agiram por interesse próprio como um bom homem mal. Leia e deixe sua opinião e o que você espera para a próxima fase do UDC...

Primeira postagem!

Bem-vindo, caro visitante!
Esta é a primeira postagem do Son of Blog, ou melhor, Son of Nerds! um blog dedicado àqueles que como eu não dispensam uma boa crítica antes de ir ao cinema ver aquele lançamento ou desejam trocar uma ideia sobre esta nova HQ da qual todos falam ou saber as notícias da sua séria favorita.
Este é um espaço aberto a todos, feito de fã para fã. Deixe seu comentário, pois ele também faz parte do blog!